A Justiça da Paraíba condenou o padre Egídio de Carvalho Neto a 5 anos, 6 meses e 20 dias de prisão por furtar mais de 600 celulares que haviam sido doados pela Receita Federal ao Hospital Padre Zé, em João Pessoa. Além da pena em regime inicialmente semiaberto, ele também foi condenado a pagar R$ 525 mil ao Instituto São José, mantenedor da unidade hospitalar, e à Arquidiocese da Paraíba.
A sentença foi assinada no dia 13 de fevereiro e divulgada pelo Ministério Público da Paraíba na última quarta-feira. Um assistente que também teria participado do crime foi condenado a 4 anos, 7 meses e 16 dias de prisão, além de multa. Segundo as investigações, os aparelhos deveriam beneficiar o hospital, mas teriam sido desviados.
O padre responde a 11 ações na Justiça da Paraíba. Em novembro de 2023, ele foi preso preventivamente durante a Operação Indignus, que apura suspeitas de desvio de recursos públicos no Instituto São José, no Hospital Padre Zé e na Ação Social Arquidiocesana, na capital paraibana. O caso segue repercutindo no estado.
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