O Conselho de Segurança da ONU realizou uma sessão de emergência nesta quarta-feira (6) e emitiu uma notificação aos EUA por violação do direito internacional, referindo-se à captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. A resposta de Donald Trump foi considerada "desrespeitosa" por diplomatas.
O secretário-geral António Guterres, por meio de sua subsecretária Rosemary DiCarlo, afirmou estar "profundamente alarmado" com a operação militar, classificando-a como um "precedente perigoso" para a soberania e estabilidade regional.
A reunião, convocada pela Colômbia e apoiada por Rússia e China, teve fortes críticas. Rússia e China condenaram a ação como "ato de agressão armada" e "prática neocolonialista".
Em resposta, Trump, usando sua retórica de "América Primeiro", desqualificou a advertência. Fontes relatam que ele chamou a ONU de "corrupta, inútil e incapaz", aumentando a tensão.
Especialistas avaliam que o episódio pode ter consequências diplomáticas duradouras e fragilizar mecanismos multilaterais. A Casa Branca ainda não se pronunciou oficialmente.