O ex-deputado federal Daniel Silveira foi preso mais uma vez pela Polícia Federal nesta terça-feira (24), após violar as condições de liberdade condicional impostas pela Justiça. A decisão foi do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia concedido o benefício na última sexta-feira (22), mas revogou a medida após constatar o descumprimento das regras.
De acordo com a defesa de Silveira, ele não respeitou o horário de recolhimento noturno porque precisou buscar atendimento médico em um hospital. No entanto, o ministro considerou a justificativa insuficiente diante do histórico de descumprimento das demais condições, que incluíam uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento semanal à comarca, e proibição de comunicação com indiciados em investigações sobre tentativa de golpe de Estado. Ele também estava proibido de usar redes sociais, dar entrevistas sem autorização judicial e frequentar clubes de tiro, bares, boates e casas de jogos.
Silveira foi condenado em 2022 a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Sua trajetória judicial tem gerado repercussão nacional, com opiniões polarizadas sobre suas ações e as decisões judiciais relacionadas ao caso.
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