A jovem búlgara Andrea Ivanova começou em 2018 uma transformação estética radical, com o objetivo declarado de se destacar e expressar sua identidade de forma extrema. Ela se submeteu a cerca de 32 procedimentos até 2022 — incluindo preenchimentos labiais massivos, remodelagem de queixo, ossos da face e mandíbula — e investiu, segundo reportagens recentes, mais de US$ 26.000 (~R$ 140 mil) apenas em preenchimentos.
Andrea afirma que “beleza natural é entediante para mim” e que sua busca estética é consciente, mesmo diante de alertas médicos sobre complicações sérias.
Mas especialistas em saúde estética e reportagem de mídia alertam: intervenções extremas em preenchimentos podem gerar riscos como necrose, oclusão vascular e até cegueira — e a regularização desse tipo de procedimento ainda está em debate.
O caso de Andrea expõe um fenômeno crescente: a ‘cultura do exagero estético’, impulsionada por redes sociais, e as consequências físicas, emocionais e financeiras que podem surgir. Ainda que ela afirme estar feliz com sua aparência, o investimento é elevado e os efeitos a longo prazo seguem incertos.