
A Advocacia-Geral da União (AGU), sob orientação do governo federal liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), solicitou que o Banco Central investigasse discrepâncias na cotação do dólar exibida pelo Google. Após a pressão, a empresa retirou do ar sua ferramenta de cotação, que no dia 25 de dezembro mostrava o dólar a R$ 6,38, enquanto o valor oficial era R$ 6,18.
O caso gerou debates sobre a interferência do governo na exibição de informações econômicas por empresas privadas. Críticos apontam que a medida pode abrir precedentes perigosos para a relação entre o poder público e grandes plataformas digitais.
O Google, por sua vez, afirmou que trabalha para corrigir as inconsistências e garantiu que os dados exibidos são fornecidos por parceiros globais. A ferramenta seguirá suspensa até que o problema seja resolvido.
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