Durante a abordagem, o ex-dirigente acabou confessando que a documentação não era legítima.
A tentativa de fuga ocorreu após Vasques romper a tornozeleira eletrônica que usava em Santa Catarina. Imediatamente, as autoridades brasileiras acionaram os países vizinhos – como Paraguai, Argentina e Colômbia – para alertar sobre sua possível movimentação.
Silvinei Vasques havia sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início deste mês a 24 anos e 6 meses de prisão por integrar uma organização criminosa e atuar na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, conforme classificação do "público 2" do inquérito.
O caso segue em andamento, e agora caberá aos governos do Brasil e do Paraguai definir os trâmites de sua extradição e retorno ao país para cumprimento da pena.