O líder da coalizão dominada por islamistas que assumiu o poder na Síria anunciou medidas estratégicas para reconstruir o país após a queda do regime de Bashar al-Assad. Entre as ações planejadas, está a dissolução de grupos rebeldes que participaram ativamente da ofensiva contra o governo anterior. Os combatentes serão integrados ao exército do novo governo, numa tentativa de unificar forças e estabilizar o território.
O chefe da coalizão, Abu Mohammed al Jolani, líder do grupo radical Hayat Tahrir al Sham (HTS), também pediu o fim das sanções internacionais, argumentando que elas dificultam a reconstrução do país. Após 13 anos de guerra que devastaram a Síria e quase cinco décadas sob o controle do clã Assad, o novo governo enfrenta desafios complexos, incluindo a pacificação do território e a reconquista da confiança global.
Nesta segunda-feira (16), al Jolani se reuniu com representantes britânicos para discutir parcerias e buscar apoio internacional. Hoje (17), ele deve se encontrar com a primeira missão diplomática francesa enviada a Damasco em 12 anos, um marco importante para reestabelecer relações com potências globais.
A comunidade internacional observa com cautela, mas há um movimento crescente de aproximação com a nova administração síria. Resta saber se as medidas prometidas serão suficientes para atender às expectativas internas e externas.
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